Trajetória do egresso Droander Martins inspira jovens do Projeto Pescar

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Da esquerda para à direita: Gabriel Porto, Carlos Eduardo Bampi da Silva, Droander Martins e Pablo Constantino

 

O egresso Droander Martins foi inspiração para muitas turmas do Projeto Pescar, construiu uma empresa e tem ao seu lado dois egressos do mesmo curso de que ele participou há 18 anos: o sócio Pablo Constantino e o coordenador da engenharia, Carlos Eduardo Bampi da Silva. Martins lembra que a sua ambição na época era conquistar uma vaga de empacotador em um hipermercado e não imaginava a possibilidade de se tornar um executivo. A trajetória de 11 anos no local onde concluiu a formação, a atuação em uma multinacional e o perfil empreendedor chamaram atenção dos dois jovens e ele virou um mentor, repassando o que aprendeu através da sua experiência de vida.
Essa proximidade o fez fez ver o diferencial de cada um e planejar a contratação dos dois quando tivesse a sua empresa. Mesmo sem vínculo empregatício, Martins chegou a pagar a faculdade de Constantino, que na primeira oportunidade veio trabalhar com ele como estagiário. “A principal competência que eu desenvolvi no Projeto Pescar foi a de aprender a aprender, ou seja, como aprender de uma forma eficaz e buscar o conhecimento com força de vontade. Porque a gente tem muitos sonhos, mas na maioria das vezes não transforma eles em metas. Eu consegui aprender e transformar todos os meus sonhos em metas, conquistando uma a uma. Fui contratado pela empresa logo após a conclusão do curso, fiz curso técnico, faculdade, sempre me empenhando para atingir os meus objetivos, conquistando meu espaço. E nesse período descobri a minha veia empreendedora”, explica Constantino.
A história de Martins motivou Carlos Eduardo a participar do Projeto Pescar. Na conclusão do curso, resolveu escrever um e-mail no qual agradecia à empresa que lhe abriu as portas para o mercado de trabalho, e essa mensagem aproximou-o ainda mais de Martins, que virou seu mentor, compartilhando experiências profissionais e de vida. Carlos Eduardo começou a trabalhar como auxiliar de almoxarife enquanto fazia o curso técnico em eletrônica. Formou-se, atuou em uma empresa de segurança, onde chegou a conquistar um cargo de gestão até receber uma proposta de Martins para trabalhar com ele. De projetista, virou gerente de projetos.
Em 2018, vídeos nas redes sociais sobre a Unidade Top Car e Motul Corazón chamaram atenção de Martins e fizeram com que ele retomasse o contato com a educadora social, Claudia Wentz. Depois de conhecer o talento do egresso Gabriel Porto, ele foi contratado como estagiário na empresa. Quatro histórias que se cruzam e mostram quantas vidas são transformadas.
Porque tão importante quanto formar profissionais é torná-los protagonistas de seus projetos de vida.